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Porque existe a condensação nas minhas janelas?

A condensação ocorre quando o ar quente e húmido encontra uma superfície fria como o vidro – a mudança de temperatura faz com que a humidade se condense na superfície em forma de gotículas de água. As temperaturas mais frias durante os meses de inverno juntamente com as temperaturas aquecidas no interior dão origem a maiores quantidades de condensação

A condensação é prejudicial?

Embora a humidade em si não seja prejudicial, não é agradável e pode danificar as janelas. A condesação ao escorrer pelos aros de madeira pode ajudar ao aumento de mofo, e a contínua acumulação de água vai fazer com que o aro apodreça. A condensação é também resultado de uma atmosfera húmida que por si só não é saudável e pode agravar problemas respiratórios, alergias e outras doenças.


Como posso evitar a condensação?

A chave para evitar a condensação é o controlo da humidade e da temperatura. O nível ideal de humidade é entre 40-50%, quando a temperatura do ar é de 20ºC. Se a condensação começar a ser um problema, tente o seguinte:

  • Aumentar a ventilação: É necessário renovar o ar quente e húmido com ar seco dentro dos compartimentos, entre 5 a 10 minutos, várias vezes ao dia. Certifique-se que a casa é arejada uniformemente – Não abra apenas as janelas da coxinha ou do quarto de banho, pois isso vai apenas mover o ar com maior humidade peça casa em vez de o deitar fora. Areje a sua casa, mesmo se estiver a chover – o ar quente interior ainda vai reter mais humidade que o ar exterior frio.
  • Respiro de ventilação: Se as suas janelas têm grelhas de ventilação – que podem opcionalmente ser colocadas no aro – deve mantê-las abertas todo o dia.
  • Ventilar bem quando está a cozinhar e tomar banho: Se tem um exaustor na cozinha, ou ventilador no seu quarto de banho, deve liga-los logo que comece a cozinhar ou a tomar banho e mantê-los a funcionar entre 10 a 15 minutos depois de ter parado. Se não tem extractores, então estes compartimentos têm de ser arejados com mais frequência.
  • Roupas a secar no exterior: Sempre que possível, evite secar as roupas dentro de casa. Se usar um secador de roupa, verifique se o ar quente é libertado para o exterior.

Guia de inspeção de qualidade

Os seguintes padrões de qualidade são oferecidos como diretrizes sugeridas para avaliação de produtos (vidro) com capa térmica, baseados parcialmente no atual Padrão Europeu EN 1096.
Geral:

  • A distância de visualização normal é no mínimo de 3 metros. O ângulo de visão deve ser 90º contra um fundo brilhante e uniforme.
  • A área de maior importância é a área de visão central, que é definida por 90% do comprimento e 90% das dimensões de largura centradas em um painel de vidro. A área restante é considerada a área externa.
  • São defeitos que podem encontrar-se dentro do vidro ou da sua superfície, com a forma de depósitos, marcas ou riscos que se estendem linearmente ou que ocupam uma zona.

O número de defeitos admissíveis é uma média de 1 defeito entre 2-3mm (riscos até 7,5mm) por cada m2 de vidro.

Uniformidade de cor (vista em reflexo):

  • As variações de cor são aceitáveis, desde que não sejam consideradas visualmente perturbadoras. Isso se aplica à variação de cor em um painel ou variações entre painéis diferentes


Condensação exterior

Uma condensação exterior pode ocorrer nas unidades de vidro isolante, tanto no lado interior como no exterior do edifício. Quando ocorre no interior do edifício, deve-se principalmente a
uma humidade elevada na divisão, associada a uma baixa temperatura exterior. As cozinhas, os quartos de banho e outras zonas muito húmidas estão particularmente expostas a este fenómeno. Quando a condensação ocorre no exterior do edifício, deve-se principalmente à perda térmica noturna da superfície exterior da unidade de vidro isolante por radiação infravermelha para um céu limpo, associada a uma humidade elevada da atmosfera exterior, mas não à chuva.
Estes fenómenos não constituem um defeito da unidade de vidro isolante, mas são devidos às condições atmosféricas.

Em caso de litígio o consumidor pode recorrer a uma Entidade de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo. Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa www.centroarbitragemlisboa.pt. Mais informações em Portal do Consumidor www.consumidor.pt.